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Retomada: empregos crescem no Piauí pelo quarto mês seguido

Economia melhora, mas ainda não está em níveis pré-pandemia

 
Empregos continuam crescendo (Foto: Agência Brasília)

 Empregos continuam crescendo (Foto: Agência Brasília)

 
 

O número de empregos gerados no Piauí cresceu pelo quarto mês seguido, o que indica uma recuperação, embora lenta, da economia. Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia, foram gerados 2.060 postos de trabalho em abril. Desde janeiro, o número de contratações é superior ao número de demissões. O último mês em que o número de empregos gerados foi menor do que o de demissões foi dezembro de 2020.

 

 

Em abril, as maiores contrações foram no comércio (970 vagas), seguidas da indústria (398). Em todas as cinco atividades agrupadas pelo Caged houve saldo positivo. De janeiro a abril, o saldo de empregos gerados no Piauí é de 7.143. Nos quatro meses do ano passado, início da pandemia, o saldo foi negativo (-6.487). Assim, o alta de contratações indica que a economia está melhorando.

 

Enquanto que no primeiro quadrimestre de 2020 houve saldo negativo no mercado de trabalho no Piauí...

 

 

...no mesmo període de 2021 o saldo foi positivo (Reprodução/Caged)

 

 

Segundo o economista Ricardo Allagio, a atividade econômica voltou a um nível superior ao do mesmo período do ano passado. Além disso existe a perspectiva de crescimento do PIB em torno de 4%. Porém, ele destaca que é um crescimento relativo a uma base que é pequena e tinha diminuído. “Não precisa chegar ao nível de 2019 para crescer”, afirma o especialista, referindo-se ao período pré-pandemia.

 

O professor da Universidade Federal do Piauí, Juliano Vargas, atribui a melhoria ao avanço da vacinação, bem como o aumento na demanda por produtos, bens e serviços, o que resulta em crescimento do consumo. “Mas ainda estamos longe dos níveis de empregos pré-pandemia”, frisa.

 

Brasil

Em nível de Brasil, a atividade econômica também mostra sinais de recuperação. Segundo o Caged, foram gerados 120.935 postos de trabalho em todo o país. O destaque foi para o setor de serviços, que gerou 57.610 postos de trabalho. "[O resultado] parece pouco frente ao que gerávamos antes, mas temos que considerar que [abril] foi o mês em que se sentiu mais o impacto da segunda onda da covid-19. Na primeira onda, ano passado, perdemos mais de 900 mil empregos. Agora, criamos 120 mil empregos. O Brasil está mostrando resiliência. Os programas estão funcionando. E, principalmente, a vacinação em massa está entrando. E é com isso que temos que contar para um retorno seguro ao trabalho", destacou o ministro da Economia, Paulo Guedes, à Agência Brasil.

 

De janeiro a abril, houve 6.406.478 contratações e 5.448.589 demissões, o que representa um saldo de 957.889 empregos.

 

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