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A postura de sábio perante a onda de negatividade

 
 
 

Com o passar dos dias, em meio a tantas adversidades, sentimo-nos cansados e assustados, esticados aqui e ali, desestimulados com tantas notícias alarmantes, especialmente em certos veículos da imprensa (com destaque para a televisiva e demais mídias digitais). O que fazer ante essa global onda de negatividade?


Há quem diga: “é assim mesmo, não tem jeito não”. Outros afirmam que “a cada dia, mais pessoas partem pela Covid-19, e que as autoridades públicas nada fazem ou, quando fazem, perdem-se pelo caminho com desvios e movimentos de corrupção”. Polarizações são nítidas de um lado e de outro, Brasília que o diga, Aff! 


Infelizmente, ainda é nítido o confronto, a olhos vistos, entre os chamados “Grupo da Oposição” e “Grupo da Situação”. O primeiro parece estar bastante atento a qualquer descuido dos governantes para imediatamente “jogar poeira no ventilador” e alardear seus erros, irregularidades, ações e omissões, colocando-se sempre como defensores da população, da ética e do país. Entretanto, o que temos visto ao longo da história desta grande nação? Quando esse mesmo grupo que faz a oposição assume o poder, passa a realizar práticas diferentes ou semelhantes (e em alguns casos, até piores)? 
 

Assim, o segundo Grupo, que no início dos mandatos demostra uma incomensurável energia, entusiasmo e criatividade para criar coisas novas, o faz, muitas vezes, cancelando o que já estava em andamento para apenas lhe dar um novo nome. Dizem: “Ah! Este é um novo programa, fantástico, jamais visto neste ou naquele lugar”. Solução de descontinuidade, pura e simplesmente desperdício de recursos públicos (ou seja, dos suados e contínuos impostos que obrigatoriamente recolhemos) em nome da vaidade humana. Pense!
 

Outrossim, vale refletir sobre a máxima (de Emmanuel/Chico Xavier): “tudo passa, os bons momentos passam, mas os maus também”. Portanto, é público e notório que estamos enfrentando uma séria pandemia, com repercussões na saúde, economia, política, cultura e no âmbito social de todas as nações. Por conseguinte, por mais “autoajuda” que isso possa parecer, não canso de me lembrar desta importante advertência do escritor Emmanuel, que, no mínimo, traz à tona uma inquestionável verdade, muito propícia em momentos de aflição: não adianta se desesperar com o que independe de nós, o mais importante é aprender a lidar com a situação e amadurecer com ela
 

Assim sendo, eis uma questão que não quer calar: “Então, o que devo fazer? 
 

Primeiramente, ficar trancado em casa com medo e criticando A, B ou C resolve? Melhora ou piora a situação em geral? Que tal seguirmos os protocolos de segurança, especialmente o uso de máscara e o distanciamento social, com resiliência, compreendendo que “se tudo passa, então, essa Pandemia, inexoravelmente, também vai passar”? 
 

A Diretora Joselma Maria (da Diretoria de Unidade de Descentralização e Organização Hospitalar – DUDOH, Secretaria de Saúde do Piauí), afirma que “o vírus é sério e ruim, mas pior ainda é a ignorância das pessoas”. Então, que tal nos cuidarmos, fazendo a nossa parte, e aproveitarmos melhor o tempo em casa para aprendermos um novo ofício (como cozinhar, pintar, escrever, tocar um instrumento, aprender um idioma etc.) e/ou aperfeiçoarmos os que já “dominamos”? Que tal, neste insólito momento, curtirmos e cuidarmos melhor de nossos “entes queridos”? Ou seja, temos muito o que fazer, mesmo com o isolamento social!
 

Entrementes, muitos estudiosos e pesquisadores da área da Física Quântica atestam que “o pensamento atrai”, ou “semelhante atrai semelhante”, assim, cultivar pensamentos de medo gera e cria energias de medo (um campo energético negativo) que atraem energias de pavor, pânico que outras pessoas estão gerando, multiplicando ainda mais a onda de negatividade que não ajuda, ao contrário, contamina tanto quanto (ou pior) o novo coronavírus. Isto, simplesmente, aumenta os estados de ansiedade, impaciência generalizada, síndrome do pânico, fobias diversas, depressão, incluindo o agravamento dos quadros de transtorno de bipolaridade, dentre outros. Inquestionavelmente, é recomendável a Postura de um Sábio, que cultiva a leitura edificante, a meditação diária, o convívio com pessoas proativas, o estudo contínuo de assuntos que elevam o Ser e levam a uma permanente autoanálise. Esses são firmes passos para o fortalecimento de nossa Maestria, que nos capacita a transitar pelos cenários que aí estão com melhores possibilidades de êxito e, consequentemente, de amadurecimento.    
 

Afinal, sábio é o que de fato aplica, na sua vida diária, uma incomensurável advertência do Pai da Psicanálise, o médico neurologista Sigmund Freud: “boa mente tem quem de boa mente vive”. Assim, ante essa onda de negatividade, vale trilharmos nossa jornada pessoal com a postura do Sábio, mestre de si mesmo que sabe que nada sabe, porém, o pouco que sabe já é o suficiente para viver com sabedoria e mais qualidade de vida. Namastê! Sabedoria e Paz, Hoje e Sempre.
 

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Fonte: José Rodrigues Alves Filho - professo, escritor, administrador e mestre em educação

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