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Pequenos negócios geraram 100% dos empregos formais no Piauí em fevereiro

Enquanto empresas menores geraram mais de 2 mil vagas, médias e grandes demitiram quase 200 trabalhadores

 
Dados de fevereiro mostra cenário positivo

 Dados de fevereiro mostra cenário positivo

 
 

Em fevereiro de 2021, as micro e pequenas empresas foram responsáveis pela geração de 100% dos empregos formais no Piauí, totalizando 2.925 vagas, enquanto as empresas de médio e grande porte fecharam 192 postos. Os dados constam em levantamento feito pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, Sebrae, com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, Caged, do Ministério da Economia.

 

Levando em consideração os empregos gerados em todo o país em fevereiro, os pequenos negócios criaram 68,5% das vagas, o que corresponde a pouco mais de 275 mil postos de trabalho, mais do que o dobro do que foi gerado pelas empresas de médio e grande porte, que foi 101,8 mil vagas.

 

“Pelo oitavo mês consecutivo os pequenos negócios puxaram a geração de postos de trabalho no Piauí e também no país. Esse saldo positivo reforça a importância desses empreendimentos para a retomada econômica do Estado. O Sebrae, enquanto entidade de apoio às micro e pequenas empresas, continuará canalizando todos os esforços para que esses negócios possam superar a crise, se tornando cada vez mais competitivos e sustentáveis no mercado”, pontua o diretor superintendente do Sebrae no Piauí, Mário Lacerda.

 


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Segundo o presidente do Sebrae Nacional, Carlos Melles, os resultados mostram que são os pequenos negócios que sustentam a geração de empregos no país. “São esses empreendimentos que fazem a diferença na retomada econômica. Por isso, é tão importante que sejam implementadas políticas públicas que amparem os pequenos negócios”, afirma Melles.

 

No primeiro bimestre deste ano, dos cerca de 660 mil empregos gerados no país, 476,7 mil (72,23%) foram nas micro e pequenas empresas, enquanto que as médias e grandes empresas criaram 134,1 mil novas vagas. No Piauí, o acumulado de janeiro e fevereiro é de 5.074 vagas, que representaram 100% dos empregos criados no Estado, já que as médias e grandes empresas apresentaram um saldo negativo de 773 postos fechadas.

 

“O que observamos é que apesar dos fortes impactos da pandemia sobre os pequenos negócios, esse segmento ainda está conseguindo superar os obstáculos e contribuir para o desenvolvimento econômico. No cenário nacional, o Piauí ficou em 8º lugar, com uma taxa de 18,71 vagas por mil empregados. No Nordeste, ocupamos a 3ª colocação, ficando atrás apenas do Rio Grande do Norte e do Ceará”, destaca Mário Lacerda.

 

Setorialmente, os empregos nas micro e pequenas empresas piauienses seguem sendo puxados pelos segmentos de Serviços (1.145 vagas), Comércio (841 vagas) e Construção (514 vagas). No acumulado do primeiro bimestre, foram geradas 2.006 no segmento de Serviços, 1.457 em Comércio e 906 na Construção.

 

Assim como em janeiro, Mato Grosso, Goiás e Santa Catarina foram os Estados que mais contrataram proporcionalmente. Amazonas segue como a única unidade da federação com mais desligamentos do que admissões em 2021 em fevereiro.

 

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