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Retomada

Empregos crescem 39% nas micro e pequenas empresas do Piauí

Em janeiro de 2021, as MPEs do estado preencheram 2,1 mil vagas, contra 1,5 mil empregos gerados no mesmo período de 2020

 
Saldo foi positivo em janeiro no Piauí

 Saldo foi positivo em janeiro no Piauí

 
 

As micro e pequenas empresas (MPE) piauienses geraram, no último mês de janeiro, cerca de 2,1 mil novos empregos, um incremento de 39% em relação ao mesmo período de 2020, quando foram gerados pouco mais de 1,5 mil empregos. Esse saldo coloca o Estado em 2º colocado no ranking de vagas por 1 mil empregados no Nordeste, com uma taxa de 13,37 empregos gerados, e em 7º lugar no país, ficando acima da taxa da região (11,68), e do Brasil (10,22).

 

O levantamento foi feito pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, Sebrae Nacional, com base em dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) do Ministério da Economia.

 

Segundo o estudo, pelo sétimo mês consecutivo, os pequenos negócios lideraram a geração de postos de trabalho no Piauí, com um saldo de quase 11 mil empregos gerados entre os meses de julho de 2020 e janeiro de 2021. Já as médias grandes empresas (MGE), acumularam um saldo de 111 empregos no mesmo período.

 

“O levantamento mostra a força dos pequenos negócios no Piauí e no Brasil. Foram esses empreendimentos, que mesmo em tempos de crise, geraram emprego e renda, e movimentaram a economia. Por isso, a importância de buscarmos cada vez mais alternativas que possam contribuir para os pequenos negócios avançarem no mercado”, pontua o diretor superintendente do Sebrae no Piauí, Mário Lacerda.

 

Os setores que mais contribuíram para o saldo positivo de empregos em janeiro no Piauí foram Serviços (838), Comércio (601), Construção (371) e Indústria de Transformação (271).

 

No quadro geral, quando é computado o quadro geral de geração de empregos no Piauí, ou seja, incluindo as médias e grandes empresas, e descontadas as demissões, o saldo positivo é 1.624 novos postos de trabalho ocupados. É o melhor desempenho mensal do estado, desde outubro do ano passado, e representa um incremento também quando comparado a janeiro de 2020, quando o Piauí registrou um saldo de apenas 18 novas vagas de trabalho criadas.

 

 

Assim, mesmo com a pandemia e as dificuldades econômicas impostas pela crise sanitária mundial, o Piauí conseguiu ficar entre os dez estados brasileiros que mais geraram novas vagas no mercado formal, em janeiro de 2021.

 

Se for levado em conta os dados nacionais, o Piauí ocupa a sétima colocação entre os estados brasileiros que mais criaram vagas em janeiro. O primeiro lugar é do Mato Grosso. Já no cenário regional, o destaque é ainda maior: apenas o Rio Grande do Norte conseguiu ter saldo melhor que o Piauí, que ficou em segundo lugar no Nordeste.

 

O Governo do Estado atribui esse resultado positivo do Piauí, no primeiro mês de 2021, às ações e investimentos que vêm sendo implementados desde o ano passado, a fim de minimizar os efeitos da crise econômica.  O PRO Piauí é a principal estratégia, já que vem executando um conjunto de obras integradas de vários órgãos estaduais, para garantir investimentos nas mais diversas áreas, ajudando a gerar emprego e fazer a renda circular de Norte a Sul do Piauí.

 

Para o presidente do Sebrae, Carlos Melles, o resultado do Caged de janeiro e a performance dos pequenos negócios confirmam a força e a importância desse segmento para a economia brasileira. “Em 2020, foram as micro e pequenas empresas que sustentaram o nível de emprego no país. Esse ano não deve ser diferente. Por isso é tão importante a continuidade do trabalho que o governo federal e o Congresso têm feito no sentido de criar novas políticas públicas de apoio ao empreendedorismo”, comenta Melles.

 

Entre as propostas importantes que tramitam no Congresso estão a criação de um Refis para as pequenas empresas e de uma moratória (parcelamento) dos tributos para os pequenos negócios.

 

Segundo Melles, essas propostas são muitos importantes. “Acreditamos que diante da perda de faturamento provocada pela nova onda de Covid-19, os empreendedores vão precisar de um fôlego maior para se manterem de pé”, conclui.

 

 

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Fonte: Sebrae e Governo do Piauí

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