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Fundos imobiliários

Negócio da China

Saiba como e por que todo investidor deveria aplicar na economia que mais cresce no mundo

 
 
 

No texto de hoje, gostaria de fugir um pouco do tema “fundos imobiliários”, para comentar, novamente, sobre investimentos no exterior.

 

Esse tema já foi abordado em textos anteriores que escrevi para a nossa coluna. Veja a publicação do dia 29/10/2020, com o título “Por que você deveria pensar em investir no exterior”: https://pinegocios.com.br/noticia/408/Por-que-voce-deveria-pensar-em-investir-no-exterior

 

Nesse outro texto, foquei, basicamente, em investimentos nos Estados Unidos. Porém, segundo matéria publicada pelo portal EXAME, “um novo estudo divulgado no apagar das luzes de 2020 gerou um pequeno frenesi entre os economistas mundo afora e veículos especializados: a projeção de que o PIB da China será superior ao dos Estados Unidos já em 2028 [...] São cinco anos mais cedo do que a projeção do ano passado [...], que previa esse movimento só em 2033”[1].

 

Ao ler essa notícia, tive a curiosidade de saber se vale a pena investir no mercado chinês, quais as principais vantagens e os riscos envolvidos. Muitas dúvidas que eu tive inicialmente foram esclarecidas em uma entrevista que fiz com Roberto Coutinho, um gestor de fundos, devidamente certificado pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (ANBIMA), e que está disponível no meu canal do YouTube. Clique no link para assistir: https://youtu.be/2eg9wnWT2JY

 

E por que eu penso tanto em investir no exterior? De maneira bem resumida, posso responder que a minha intenção é diminuir um pouco o risco sistemático. Este seria um risco geral, no qual todas as empresas do Brasil estão inseridas, de que algo ocorra na economia nacional e afete todas as empresas do País.

 

Ao se investir apenas em empresas brasileiras, é impossível que o investidor anule o risco sistêmico, pois todas as empresas estão suscetíveis a serem afetadas por choques na economia do país[2].

 

Logo, investir no exterior é interessante para minimizar eventuais impactos de crises econômicas nacionais, algo que não é raro de acontecer no nosso País, como mostra a História. O investidor deve cuidar de seu patrimônio, deve minimizar o risco de ter prejuízos e, somente investindo no exterior, poderá se proteger das incertezas políticas, das inseguranças jurídicas, enfim, de tantas questões que podem abalar a economia nacional e, por conseguinte, prejudicar os nossos investimentos.

 

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Fonte: João Ricardo Imperes Lira - investidor

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