Comércio & Serviços

Efeito pandemia

Vendas de veículos no Piauí caíram 27% em 2020

Pandemia trouxe prejuízos ao setor, principalmente no primeiro semestre, quando as lojas ficaram fechadas

 
O setor de veículos foi bastante afetado pela pandemia (Foto: Google)

 O setor de veículos foi bastante afetado pela pandemia (Foto: Google)

 
 

A venda de veículos zero Km no Piauí em 2020 caiu 27,29% em relação a 2019. Foram 19.432 emplacamentos no ano passado, contra 26.725 no ano anterior. Os dados são da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), que divulgou nessa terça-feira (05) o balanço do setor.

 

Na relação, estão incluídos carros, motos, ônibus, caminhões e outros veículos e todos registram redução. A queda na venda é uma consequência da pandemia da covid-19, que obrigou as lojas do Piauí a fecharem durante quatro meses em 2020.

 

 

 

A partir de julho, quando o comércio reabriu, o setor melhorou o desempenho e seguiu crescendo, confome mostrou o Piauí Negócios em reportagem. Em dezembro, a venda de automóveis (1.439) foi muito próxima a dezembro de 2019 (1.539) e no caso de motos, foi até maior (964 em dezembro de 2020 contra 717 em dezembro do ano retrasado).

 

Em nível nacional, também houve uma queda nas vendas. O Brasil teve 3,2 milhões de emplacamentos de veículos em 2020, uma redução de 21,6%em relação a 2019, quando houve 4 milhões de emplacamentos. Considerando apenas carros, a queda foi ainda maior: de 2,3 milhões no ano retrasado para 1,6 milhão em 2020, uma redução de 28,6%.

 

 

 


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A Fenabrave reúne 52 associações do setor. Segundo o presidente da federação, Alarico Assumpção Júnior, a queda foi menor que a esperada –em julho, a instituição previa redução de 35,8%: “Os principais fatores que influenciaram nessa melhora, principalmente, a partir do segundo semestre, foram a manutenção da taxa de juros, em um patamar baixo e o auxílio emergencial”, disse em entrevista ao site Poder 360.

 

 

Para ele, o desempenho só não foi maior por causa da crise das montadoras “que tiveram problemas com falta de peças e componentes, além das regras para manter o distanciamento social nas unidades fabris”.

 

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