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Piauí cria empregos pelo segundo mês, mas comércio e serviços ainda demitem

As oportunidades de trabalho foram puxadas principalmente pela construção civil e indústria

 
Após muitas demissões em março, abril e maio, nível de empregos sobre em junho e em julho

 Após muitas demissões em março, abril e maio, nível de empregos sobre em junho e em julho

 
 

Pelo segundo mês consecutivo, o Piauí consegue gerar empregos mais do que desempregos desde o início da crise do coronavírus, em março. De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério da Economia, o Piauí encerrou julho com um saldo de 1.073 vagas, bem mais do que as 37 de junho.

 

Os empregos foram puxados principalmente pela construção, que gerou 826 vagas, e indústria, com 385 postos de trabalho ocupados. A agropecuária, único setor que não foi afetado pela crise desde o início, continuou contratando, gerando um saldo positivo de 86 vagas em julho.

 

No entanto, os setores de comércio e serviços, que são os principais geradores de empregos no Piauí na iniciativa privada, continuaram demitindo. No comércio, o saldo negativo foi de 188 vagas. Nos serviços, -36.

 

 

 

Apesar de ocorrer mais demissões do que admissões nesses dois setores, os números são bem distantes do pior período da pandemia. Em abril, o segmento de serviços demitiu 2,6 mil trabalhadores a mais do que contratou. No comércio, o saldo negativo foi de 1,7 mil. Em maio e em junho, as demissões continuaram superando as admissões, mas num ritmo menor.

 

No primeiro semestre, o saldo de empregos no Piauí ainda é negativo. São 8 mil vagas a menos de janeiro a julho. As maiores demissões no período foram no setor de serviços (3,8 mil empregos a menos), comércio (3,1 mil) e construção (1,4 mil).

 

 

 

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